Psicologia Organizacional e do Trabalho. Psicologia Clínica. Capacitação em Emprego Apoiado para a Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mundo do Trabalho. Atuação profissional de mais de 12 anos. Vivência em Consultoria Empresarial, Psicologia Hospitalar. Contato: mairapsi2@yahoo.com.br / mairasoaresgomes@gmail.com..
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Quem tem boca faz networking
O fortalecimento do relacionamento com a rede de contatos é primordial para a sobrevivência no mercado de trabalho
Eliana Dutra*
Networking é fundamental para os profissionais | Crédito: Pixaby
Diante da incerteza econômica o fortalecimento do relacionamento com a rede de contatos é cada vez mais primordial para a sobrevivência no mercado de trabalho. O famoso networking é sim uma vantagem profissional e pode ajudá-lo a conquistar o emprego dos sonhos. Contudo, é preciso entender que esses contatos devem ir além do hábito de colecionar cartões de visita e contatos no LinkedIn. Trata-se de um investimento em longo prazo que deve ser constantemente alimentado. O problema é que na maioria das vezes você possui mais de 500 nomes na agenda, mas não tem liberdade para fazer um pedido a nenhum deles. Um clássico exemplo que quantidade não é qualidade.
Para resolver isso nada de tentar ativar os contatos de forma desestruturada e interesseira. É preciso diversificar os contatos, independentemente do nível hierárquico, procurando agregar na sua rede profissionais das mais diversas áreas e também aproveitar situações como reuniões ou eventos para puxar conversa sobre um assunto comum, como, por exemplo, sobre o local em que estão ou a respeito do tema da reunião. Além disso, não tenha medo de tomar a iniciativa. Perguntar algo é o primeiro passo para estabelecer um diálogo e mostrar seu interesse pelo outro. Faça um novo comentário aproveitando a resposta que recebeu para manter a conversa “aquecida”. Ao final do bate-papo ofereça o seu contato, seja e-mail ou telefone.
Ficou com o e-mail do seu novo contato? Então, envie uma mensagem no dia seguinte comentando o encontro, puxe assunto, por exemplo, sobre um livro que leu. Mas, o contato não pode acabar nessa ação. Ele teve ser mantido aquecido, ou seja, deve-se fazer constante manutenção dele através de movimentos simples, como: convite para um almoço, enviar um e-mail ou até mesmo ligar de vez em quando para que se mantenha no “radar” da pessoa. Assim, quando precisarem de alguma solução recorrerão a você e quando chegar sua vez de solicitar algo terá maior receptividade.
Contudo, é importante ressaltar que só isso não é suficiente, ou seja, não basta conhecer alguém que possa colocá-lo em uma empresa. É preciso também ser competente. Afinal, a indicação abre algumas portas, porém somente sua habilidade e comportamento profissional farão com que você consiga se manter na organização.
*CEO da Pro-Fit e Primeira Master Coach Certified pela ICF da América do Sul
terça-feira, 19 de julho de 2016
Até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo, diz OMS
Transtorno ainda enfrenta preconceito, apesar de afetar mais de 120 milhões de pessoas
Cláudia Pinho, do R7
Ela chega de mansinho, assim como quem não quer nada. Num dia, você acorda triste, desanimado. No outro, bate uma sensação de vazio e uma vontade incontrolável de chorar, sem qualquer motivo aparente. A depressão é assim, um mal silencioso e ainda mal compreendido – até mesmo entre os próprios pacientes. Considerada um transtorno mental afetivo, ou uma doença psiquiátrica, a depressão é caracterizada pela tristeza constante e outros sintomas negativos que incapacitam o indivíduo para as atividades corriqueiras, como trabalhar, estudar, cuidar da família e até passear.
De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo. Isso significa que quem sofre de depressão tem a sua rotina virada do avesso. Ela deixa de produzir e tem a sua vida pessoal bastante prejudicada. Atualmente, mais de 120 milhões de pessoas sofrem com a depressão no mundo – estima-se que só no Brasil, são 17 milhões. E cerca de 850 mil pessoas morrem, por ano, em decorrência da doença.
Descrita pela primeira vez no início do século 20, a depressão ainda hoje é confundida com tristeza, sentimento comum a todas as pessoas em algum momento da vida. Brigar com o namorado, repetir o ano escolar e perder o emprego são motivos para deixar alguém triste, cabisbaixo. Isso não significa, porém, que o sujeito está com depressão. Em alguns dias, ele, certamente, vai estar melhor.
De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo. Isso significa que quem sofre de depressão tem a sua rotina virada do avesso. Ela deixa de produzir e tem a sua vida pessoal bastante prejudicada. Atualmente, mais de 120 milhões de pessoas sofrem com a depressão no mundo – estima-se que só no Brasil, são 17 milhões. E cerca de 850 mil pessoas morrem, por ano, em decorrência da doença.
Descrita pela primeira vez no início do século 20, a depressão ainda hoje é confundida com tristeza, sentimento comum a todas as pessoas em algum momento da vida. Brigar com o namorado, repetir o ano escolar e perder o emprego são motivos para deixar alguém triste, cabisbaixo. Isso não significa, porém, que o sujeito está com depressão. Em alguns dias, ele, certamente, vai estar melhor.
O desconhecimento real do funcionamento desse transtorno afetivo é o principal responsável por um dos maiores problemas para quem sofre com a depressão: o preconceito. Para Marcos Pacheco Ferraz, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), ele ainda existe e prejudica muito o paciente.
- Principalmente no ambiente de trabalho, onde há competições e cobranças por bom desempenho, é comum as pessoas nem comentarem sobre a enfermidade. Nesses casos, o melhor é tirar férias ou licença médica.
E não é só isso. A ignorância em torno da doença faz com que familiares e amigos, na tentativa de ajudar, piorem ainda mais a condição do depressivo. Frases como “tenha um pouco de força de vontade”, “vamos passear no shopping que melhora”, “você tem uma vida tão boa, tá com depressão por que?” e “se ocupe com outras coisas que você não terá tempo de pensar em bobagens”, funcionam como uma bomba na cabeça de quem já se esforça, diariamente, para conseguir sair da cama.
- Isso mostra que as pessoas não conhecem o transtorno. Achar que é frescura ainda é comum. Elas não imaginam que o paciente não consegue reagir. Não depende de força de vontade.
A designer C.N., 35 anos, que passou por uma depressão severa há alguns anos, sabe bem o que é isso. Mesmo trabalhando em um ambiente com pessoas bastante esclarecidas, ela cansou de ouvir esse tipo de comentário. E os efeitos eram devastadores. Ela conta que “até críticas sobre o meu médico eu ouvi. Uma colega disse que ele não devia ser bom, pois depois de um mês de tratamento eu já deveria estar curada.”
- É incrível o poder que algumas palavras tem sobre o doente. A primeira coisa que as pessoas perguntavam era o motivo da minha depressão, pois eu tinha uma vida tão boa, uma família, filha, um casamento bacana, um emprego legal. O fato de não ter uma explicação para a doença me deixava péssima. Era um sentimento de culpa enorme.
Por isso, Ferraz diz que é muito importante a participação da família no tratamento. Eles precisam saber o que devem e o que não devem fazer em relação ao doente. Para ele, “fazer com que todos entendam o mecanismo do transtorno e como agem os remédios é fundamental para o sucesso do tratamento. Ainda existe o mito de que antidepressivo vicia, o que é um grande engano.”
E não é só isso. A ignorância em torno da doença faz com que familiares e amigos, na tentativa de ajudar, piorem ainda mais a condição do depressivo. Frases como “tenha um pouco de força de vontade”, “vamos passear no shopping que melhora”, “você tem uma vida tão boa, tá com depressão por que?” e “se ocupe com outras coisas que você não terá tempo de pensar em bobagens”, funcionam como uma bomba na cabeça de quem já se esforça, diariamente, para conseguir sair da cama.
- Isso mostra que as pessoas não conhecem o transtorno. Achar que é frescura ainda é comum. Elas não imaginam que o paciente não consegue reagir. Não depende de força de vontade.
A designer C.N., 35 anos, que passou por uma depressão severa há alguns anos, sabe bem o que é isso. Mesmo trabalhando em um ambiente com pessoas bastante esclarecidas, ela cansou de ouvir esse tipo de comentário. E os efeitos eram devastadores. Ela conta que “até críticas sobre o meu médico eu ouvi. Uma colega disse que ele não devia ser bom, pois depois de um mês de tratamento eu já deveria estar curada.”
- É incrível o poder que algumas palavras tem sobre o doente. A primeira coisa que as pessoas perguntavam era o motivo da minha depressão, pois eu tinha uma vida tão boa, uma família, filha, um casamento bacana, um emprego legal. O fato de não ter uma explicação para a doença me deixava péssima. Era um sentimento de culpa enorme.
Por isso, Ferraz diz que é muito importante a participação da família no tratamento. Eles precisam saber o que devem e o que não devem fazer em relação ao doente. Para ele, “fazer com que todos entendam o mecanismo do transtorno e como agem os remédios é fundamental para o sucesso do tratamento. Ainda existe o mito de que antidepressivo vicia, o que é um grande engano.”
Fonte: http://noticias.r7.com
sexta-feira, 24 de junho de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
VAGAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Interessados deverão fazer encaminhar currículo para alda@rhsaude.com.br (informar que a vaga foi visualizada neste blog).
Auxiliar administrativo - Atividades, lançamento de guias , rotinas administrativas
Segundo Grau completo, masculino ou feminino , experiência em digitação
R$ 1.355 + benefícios
Segundo Grau completo, masculino ou feminino , experiência em digitação
R$ 1.355 + benefícios
Recepcionista Internação:
Recepcionar clientes para triagem de documentos de internação, conferir senso diário de vagas, preencher declarações de óbitos. Controlar e registrar a entrega do formulário de alta, preparar e organizar prontuários, anexar documentos e encaminhar para as unidades de internar, acompanhar pacientes para as unidades.
Recepcionar clientes para triagem de documentos de internação, conferir senso diário de vagas, preencher declarações de óbitos. Controlar e registrar a entrega do formulário de alta, preparar e organizar prontuários, anexar documentos e encaminhar para as unidades de internar, acompanhar pacientes para as unidades.
Segundo grau completo
Masculino/feminino
R$ 1.355 + benefícios
Masculino/feminino
R$ 1.355 + benefícios
Auxiliar lavanderia
Distribuição do enxoval nas unidades, colocar as roupas nas máquinas para secar, preparar e montar os kits de roupas, aplicar técnica de serigrafia , realizar a limpeza e zelar pela utilização dos materiais e equipamentos
Distribuição do enxoval nas unidades, colocar as roupas nas máquinas para secar, preparar e montar os kits de roupas, aplicar técnica de serigrafia , realizar a limpeza e zelar pela utilização dos materiais e equipamentos
Desejável segundo grau
De segunda a sexta das 9:40 às 18:00 sábados ou domingos das 07/00 as 15?20
R$ 1.179,00 + Benefícios
Auxiliar de Farmácia
Horário: das 07:00 as 13:00
Ler e interpretar requisições médicas, receber, separar e conferir os produtos , digitar nota fiscal, , etc
Masculino ou feminino
Segundo Grau completo
Informática
Atendimento ao cliente
R$ 1.220,07
horário; das 07:00 as 13:00
Auxiliar administrativo
Receber e encaminhar documentos e notas fiscais elaborar relatórios
Agendar reuniões e convocar participantes
controlar agende de reuniões para o setor
elaborar ofícios, documentos administrativos
Participar da produção de eventos
Masculino ou feminino
Segundo grau completo
Experiência em digitação
Informática
Atendimento ao cliente pessoal e por telefone
D$ 1.355,00
Receber e encaminhar documentos e notas fiscais elaborar relatórios
Agendar reuniões e convocar participantes
controlar agende de reuniões para o setor
elaborar ofícios, documentos administrativos
Participar da produção de eventos
Masculino ou feminino
Segundo grau completo
Experiência em digitação
Informática
Atendimento ao cliente pessoal e por telefone
D$ 1.355,00
Auxiliar Administrativo
Efetuar entrada e controle de mercadorias
Lançar e acompanhar ordens de serviço
Levantar dados das manutenções preventivas e corretivas
efetuar entrega e recebimentos de documentos e materiais
Efetuar entrada e controle de mercadorias
Lançar e acompanhar ordens de serviço
Levantar dados das manutenções preventivas e corretivas
efetuar entrega e recebimentos de documentos e materiais
Segundo Grau
Masculino ou feminino
Pacote office nível básico
R$ 1.355,00
Masculino ou feminino
Pacote office nível básico
R$ 1.355,00
telefones:
3538-7899
3598-7899
9986-2557
3598-7899
9986-2557
(Falar com Alda)
terça-feira, 17 de maio de 2016
Atenção RHs! Aprovada a LEI Nº 13.287, DE 11 DE MAIO DE 2016.
Agora é Lei! Gestantes e Lactantes não poderão trabalhar em locais insalubres.
http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13287.htm
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
Acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do
Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o
de maio de 1943, para proibir o trabalho da gestante ou lactante em atividades,
operações ou locais insalubres
|
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional
decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o
A Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo
Decreto-Lei nº
5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar acrescida do seguinte art.
394-A:
“Art. 394-A. A empregada gestante ou lactante será afastada, enquanto durar a gestação e a lactação, de quaisquer atividades, operações ou locais insalubres, devendo exercer suas atividades em local salubre.Parágrafo único. (VETADO).”
Brasília, 11 de maio de 2016;
195o da Independência e 128o da República.
DILMA
ROUSSEFF
Nelson Barbosa
Nilma Lino Gomes
Nelson Barbosa
Nilma Lino Gomes
http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13287.htm
Neurocientistas confirmam que partes da teoria de Freud estão corretas

Sigmund Freud: ciência comprava que o recalque ou repressão provocam respostas físicas em pacientes. (Divulgação).
Os
pacientes apresentaram diferenças na atividade cerebral quando tiveram
lembranças traumáticas comparados com voluntários saudáveis em um estudo
publicado na edição da revista JAMA Psychiatry
do mês passado. Além de apoiar a teoria de Freud e ajudar a explicar
uma das reclamações mais comuns ouvidas pelos neurologistas, a pesquisa
poderia criar novas abordagens de tratamento para os pacientes cujos
sintomas costumavam ser menosprezados pelos doutores no passado.
“Trata-se do primeiro artigo de que eu sou ciente que realmente mostra que eventos traumáticos prévios definitivamente podem desencadear esse tipo de resposta motora”, disse John Speed, professor de medicina e reabilitação física na Universidade de Utah em Salt Lake City, que não esteve envolvido na pesquisa. “Isso é muito estimulante”.
“Trata-se do primeiro artigo de que eu sou ciente que realmente mostra que eventos traumáticos prévios definitivamente podem desencadear esse tipo de resposta motora”, disse John Speed, professor de medicina e reabilitação física na Universidade de Utah em Salt Lake City, que não esteve envolvido na pesquisa. “Isso é muito estimulante”.
A
pesquisa é uma das mais recentes que demonstram como dispositivos de
escâner cerebral feitos por companhias como a Siemens AG, a General
Electric Co. e a Royal Philips NV estão sendo usados para ajudar a
desvendar sintomas neuropsiquiátricos que costumavam desconcertar os
médicos.
Os
cientistas utilizaram imagens de ressonâncias magnéticas (fMRI) para
acompanhar mudanças no fluxo sanguíneo para áreas específicas do cérebro
enquanto se perguntava aos participantes sobre seu passado, o que
produziu vistas anatômicas e funcionais dos seus cérebros.
As
lembranças reprimidas foram um princípio das teorias psicológicas de
Freud sobre a natureza dos processos mentais inconscientes. O
neurologista austríaco, que ficou conhecido como o pai da psicanálise,
usou o termo repressão para descrever a forma em que eventos
emocionalmente dolorosos podiam ser bloqueados fora da consciência. Este
mecanismo de autoproteção, postulou Freud, podia criar sintomas
psicossomáticos rotulados “histeria” na época, em um processo atualmente
conhecido como conversão.
Os
casos se manifestam tipicamente em forma de uma fraqueza ou paralisia
em um lado do corpo, similar a um derrame. Entre os sintomas podem
ocorrer convulsões não causadas por epilepsias. Os médicos nunca
descobriram uma base neurológica para a condição – os cérebros, nervos e
músculos dos pacientes pareciam estar normais –, o que os leva a
acreditarem que os sintomas são psicossomáticos e criam a suspeita de
que os pacientes estejam inventando suas doenças, disse Richard Kanaan,
professor de psiquiatria na Universidade de Melbourne e um dos autores
do estudo.
“Ainda
é pouco entendido, até mesmo pela maioria dos médicos”, disse Speed,
que tratou mais de 200 casos. “Eu tive inúmeros pacientes que me
disseram que ninguém acreditava neles, ou que lhes disseram bruscamente
que estavam fingindo”.
O
estudo realizado por Kanaan e seus colegas da King’s College, em
Londres, envolveu 12 pacientes com desordem de conversão e 13 adultos
saudáveis sem a condição.
Modelo freudiano
Sistema avançado de fMRI da Siemens. (Divulgação).
Nos
pacientes com conversão, a lembrança pareceu ativar uma área do cérebro
conhecida como o córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo, ao passo que
outras lembranças – até mesmo as irritantes – em ambos os grupos de
pacientes ativaram o hipocampo, uma parte do cérebro importante para a
formação das lembranças.
“Trata-se,
eu acho, da primeira exploração científica de algo como um modelo
freudiano, que é ignorado há tempos”, disse Kanaan, em entrevista do seu
escritório no Austin Hospital de Melbourne, no qual é diretor de
psiquiatria.
A
abordagem de Freud para tratar os pacientes com desordem de conversão
consistia em desvelar o trauma suprimido mediante a psicoterapia e
ajudar a relembrar e reprocessar essas lembranças para aliviar os
sintomas.
Ainda
que Freud não tivesse as ferramentas para explorar os mecanismos
mediante os quais podia ocorrer a desordem da conversão, ele “acertou o
conceito”, disse Speed. “A conversão é simplesmente uma manifestação
física muito incomum e mais grave do estresse, na qual há um bloqueio de
mensagens do ou para o cérebro”.
Freud está de volta
Neurocientistas
descobrem que descrições biológicas do cérebro funcionam melhor se
combinadas às teorias delineadas pelo pensador austríaco há um século.
Na
primeira metade do século 20, as ideias de Sigmund Freud dominaram as
explicações sobre o funcionamento da mente. Seu pressuposto básico era
que nossas motivações permanecem em sua maior parte no inconsciente.
Mais que isso, são mantidas longe da consciência, por uma força
repressora. O aparato executivo da mente (o ego) rejeita iniciativas do
inconsciente (o id) que estimulam comportamentos incompatíveis com nossa
concepção civilizada de nós mesmos. A repressão é necessária porque
esses impulsos se manifestam na forma de paixões incontroláveis,
fantasias infantis e compulsões sexuais e agressivas.
Quando
a repressão não funciona, dizia Freud até sua morte, em 1939, surgem as
doenças mentais: fobias, ataques de pânico e obsessões. O objetivo da
psicoterapia, portanto, era rastrear os sintomas neuróticos até suas
raízes inconscientes e aniquilar seu poder através de sua confrontação
com a análise madura e racional.
Conforme
as pesquisas sobre a mente e o cérebro se sofisticaram, a partir da
década de 1950, os especialistas se deram conta de que as evidências
fornecidas por Freud eram bem tênues. Seu principal método de
investigação não era a experimentação controlada, mas a simples
observação de pacientes no cenário clínico, combinada a inferências
teóricas. Os tratamentos com remédios ganharam força, e a abordagem
biológica das doenças mentais deixou a psicanálise nas sombras. Se Freud
estivesse vivo, é possível que até saudasse essa reviravolta.
Neurocientista
muito respeitado até hoje, ele frequentemente fazia comentários como
“as deficiências de nossa descrição provavelmente desapareceriam se já
pudéssemos substituir os termos psicológicos por termos fisiológicos e
químicos”.
Na
década de 1980, os conceitos de ego e id eram considerados antiquados,
mesmo em certos círculos psicanalíticos. Freud era passado. Na nova
psicologia, o motivo de as pessoas deprimidas se sentirem mal não é a
destruição das primeiras ligações sentimentais da infância – há um
desequilíbrio nas substâncias químicas de seu cérebro. A
psicofarmacologia, no entanto, não oferece uma grande teoria sobre a
personalidade, as emoções e as motivações – uma nova concepção do que
realmente governa o que sentimos e o que fazemos. Sem esse modelo, os
neurocientistas concentraram seu trabalho em pontos específicos e
deixaram de lado o quadro geral.
Esse
quadro está voltando, e a surpresa é: não é muito diferente do que o
delineado por Freud há um século. Ainda estamos longe de um consenso,
mas um número cada vez maior de neurocientistas está chegando à mesma
conclusão de Eric R. Kandel, da Universidade Columbia, o Prêmio Nobel de
2000 em fisiologia ou medicina: a psicanálise “ainda é a visão da mente
mais intelectualmente satisfatória e coerente”.
Freud
está de volta, e não apenas na teoria. Grupos interdisciplinares
reunindo os campos antes distantes e muitas vezes contrários da
neurociência e da psicanálise se formaram em praticamente todas as
grandes cidades do mundo. Essas redes, por sua vez, uniram-se na
Sociedade Internacional de Neuropsicanálise, que organiza um congresso
anual e publica a bem-sucedida revista Neuro-Psychoanalysis. O conselho
editorial da publicação, formado por uma constelação de especialistas da
neurociência comportamental contemporânea – incluindo Antonio R.
Damasio, Kandel, Joseph E. LeDoux, Benjamin Libet, Jaak Panksepp,
Vilayanur S. Ramachandran, Daniel L. Schacter e Wolf Singer -, é o maior
testemunho do renovado respeito pelas ideias de Freud.
Juntos,
esses pesquisadores estão desenvolvendo o que Kandel chama de “novos
parâmetros intelectuais para a psiquiatria”. Dentro desses parâmetros, a
ampla organização da mente esboçada por Freud parece destinada a
funcionar como a teoria da evolução de Darwin em relação à genética
molecular – um modelo ao qual novos detalhes vão se ajustando. Ao mesmo
tempo, neurocientistas revelam provas de algumas das teorias de Freud e
desvendam os mecanismos que estão por trás dos processos mentais
descritos por ele.
Motivação Inconsciente
Quando
Freud introduziu a noção central de que a maioria dos processos mentais
que determinam nossos pensamentos, sentimentos e desejos, acontece
inconscientemente, a ideia foi rejeitada. Mas descobertas atuais
confirmam a existência e o papel essencial dos processos mentais
inconscientes. Um exemplo é que o comportamento de pacientes incapazes
de lembrar os acontecimentos passados por causa de danos a estruturas
que armazenam lembranças no cérebro é claramente influenciado pelos
fatos “esquecidos”. Os neurocientistas cognitivos analisam casos assim,
determinando sistemas de memória diferentes, que processam a informação
“explicitamente” (conscientemente) ou “implicitamente”
(inconscientemente). Freud havia dividido a memória da mesma forma.
Os
neurocientistas também identificaram sistemas de memória que controlam o
aprendizado emocional. Em 1996, na Universidade de Nova York, LeDoux
demonstrou a existência, sob o córtex consciente, de uma via neuronal
que conecta informações de percepção com estruturas primitivas do
cérebro responsáveis pela geração de reações de medo. Como essa via
atravessa o hipocampo – que gera memórias conscientes -, acontecimentos
do presente desencadeiam lembranças emocionalmente importantes,
provocando sensações conscientes que parecem irracionais, como “homens
de barba me dão arrepios”.
A
neurociência mostrou que as principais estruturas cerebrais essenciais
para a formação de memórias conscientes não são funcionais durante os
dois primeiros anos de vida, explicando o que Freud chamou de amnésia
infantil. Como supôs Freud, não é que tenhamos esquecido nossas
lembranças mais antigas; simplesmente não conseguimos trazê-las à
consciência. Mas essa incapacidade não as impede de afetar os
sentimentos e o comportamento adultos. Seria difícil encontrar um
neurobiólogo que não concorde que as experiências da primeira infância,
principalmente entre mãe e bebê, influenciam o padrão das conexões
cerebrais de modo a moldar nossa personalidade e saúde mental futura.
Apesar disso, não é possível lembrar-se dessas experiências
conscientemente. Fica cada vez mais claro que boa parte de nossa
atividade mental é motivada pelo inconsciente.
Repressão Justificada
Mesmo
que sejamos fundamentalmente guiados por pensamentos inconscientes,
isso não prova a afirmação de Freud de que reprimimos informações
desagradáveis por vontade própria. No entanto, começam a se acumular
estudos que apoiam essa noção. O mais famoso deles foi feito em 1994
pelo neurologista Ramachandran, da Universidade da Califórnia em San
Diego, com pacientes que sofriam de “anosognosia”. Danos na região
parietal direita do cérebro dessas pessoas fazem com que não percebam
que possuem problemas físicos graves, como um membro paralisado. Depois
de ativar artificialmente o hemisfério direito de uma paciente,
Ramachandran observou que ela percebeu que seu braço esquerdo estava
paralisado – e estava assim desde que ela havia sofrido um derrame, oito
dias antes. Ela era capaz de reconhecer a ausência e tinha registrado
inconscientemente esse fato nos oito dias anteriores, apesar de suas
negativas conscientes de que houvesse algo errado.
Quando
o efeito da estimulação acabou, a mulher não apenas voltou a acreditar
que seu braço estava normal, mas também esqueceu a parte da entrevista
em que tinha percebido que o braço estava paralisado, apesar de
lembrar-se nos mínimos detalhes da conversa. Ramachandran concluiu: “A
extraordinária implicação teórica dessas observações é que as lembranças
realmente podem ser seletivamente reprimidas. Ver essa paciente me
convenceu, pela primeira vez, da realidade do fenômeno da repressão que
compõe a pedra fundamental da teoria psicanalítica clássica”.
Assim
como os pacientes com o “cérebro dividido”, cujos hemisférios
permanecem sem ligação entre si, os pacientes de anosognosia abstraem
fatos indesejados, dando explicações plausíveis, mas inventadas, sobre
ações motivadas pelo inconsciente. O hemisfério esquerdo emprega
claramente os “mecanismos de defesa” freudianos, diz Ramachandran.
Fenômenos
análogos também vêm sendo demonstrados em pessoas com cérebros
intactos. Como disse o neuropsicólogo Martin A. Conway, da Universidade
Durham, na Inglaterra, em comentário publicado na Nature em 2001, se
efeitos significativos de repressão podem ser produzidos em pessoas
normais num cenário inocente de laboratório, imagine só o tamanho dos
efeitos produzidos pelo turbilhão emocional das situações traumáticas da
vida real.
Freud
foi mais além. Para ele, não somente grande parte de nossa atividade
mental é inconsciente e vive em negação, mas a parte reprimida do
inconsciente opera de acordo com um princípio diferente do “princípio de
realidade” que governa o ego consciente. Esse tipo de pensamento
inconsciente está ligado ao desejo e ignora tanto as leis da lógica
quanto o tempo.
Se
Freud está certo, danos a estruturas inibidoras do cérebro (a morada do
ego “repressor”) liberariam formas irracionais, ligadas ao desejo, de
funções mentais. É exatamente isso que se observa em pacientes com danos
na região límbica frontal, que controla os aspectos essenciais da
autoconsciência. Os pacientes apresentam uma síndrome conhecida como
psicose de Korsakoff: não percebem que têm amnésia e preenchem as
lacunas da memória com histórias inventadas, as confabulações.
A
neuropsicóloga da Durham, Aikatereni Fotopoulou, estudou um paciente
desse tipo em seu laboratório. O homem não conseguia se lembrar, nas
sessões de 50 minutos em minha sala, durante 12 dias consecutivos, que
já me conhecia e que havia se submetido a uma operação para retirar um
tumor dos seus lobos frontais, o que causava a amnésia. Para ele, não
havia nada de errado com sua saúde. Quando questionado sobre a cicatriz
na cabeça, ele confabulava explicações absolutamente improváveis: que
tinha sofrido uma cirurgia odontológica, ou uma operação de ponte de
safena. Ele realmente tinha passado por esses procedimentos – anos
antes.
Da
mesma forma, quando questionado sobre quem eu era e o que ele fazia em
meu laboratório, dizia que eu era um cirurgião dentista, um companheiro
de bebida, um cliente em consulta profissional, um colega de time de um
esporte que não praticava havia décadas ou um mecânico que estava
consertando um de seus vários carros esporte (que ele não possuía). Seu
comportamento era coerente com essas falsas crenças: ele olhava para a
cerveja sobre a mesa ou para o carro através da janela.
Desejos Ocultos
O
que chama a atenção nessas ideias falsas é a presença de desejo, uma
impressão que Fotopoulou confirmou com a análise quantitativa de 155 das
confabulações do paciente. As falsas crenças do paciente não eram
aleatórias – eram geradas pelo “princípio de prazer” que, segundo Freud,
é central para o inconsciente. O homem simplesmente reconstruía a
realidade como queria que fosse. Observações semelhantes foram relatadas
por outros pesquisadores, como Martin Conway, de Durham, e Oliver
Turnbull, da Universidade de Gales. Eles são neurocientistas cognitivos,
não psicanalistas, mas interpretam suas descobertas em termos
freudianos, alegando, basicamente, que os danos à região límbica frontal
que produzem as confabulações prejudicam os mecanismos de controle
cognitivo, que são a base da monitoração normal da realidade, e libertam
da inibição as influências implícitas do desejo na percepção, na
memória e no julgamento.
Freud
argumentava que o princípio do prazer, na verdade, exprimia impulsos
primitivos, animais. Para seus contemporâneos vitorianos, a ideia de que
o comportamento humano fosse no fundo governado por compulsões sem
nenhum propósito mais nobre que a auto-realização carnal era
simplesmente escandalosa. O escândalo se atenuou nas décadas seguintes,
mas o conceito freudiano do homem como animal foi mantido em segundo
plano pelos cientistas cognitivos. Agora ele está de volta.
Neurocientistas
como Donald W. Pfaff, da Universidade Rockefeller, e Jaak Panksepp, da
Universidade Estadual de Bowling Green, acreditam hoje que os mecanismos
instintivos que regem a motivação humana são ainda mais primitivos do
que imaginava Freud. Nossos sistemas básicos de controle emocional são
iguais aos de nossos parentes primatas e aos de todos os mamíferos. No
nível profundo da organização mental que Freud chamou de id, a anatomia e
a química funcionais de nosso cérebro não são muito diferentes daquelas
dos animais que vivem nos currais ou dos bichos de estimação.
No
entanto, os neurocientistas modernos não aceitam a classificação
freudiana da vida instintiva humana como simples dicotomia entre
sexualidade e agressão. Através do estudo de lesões e do efeito de
drogas, além da estimulação artificial do cérebro, eles identificaram
pelo menos quatro circuitos instintivos básicos em mamíferos, sendo que
alguns deles se sobrepõem. São o sistema de “recompensa” ou de “busca”
(que inclui a procura de prazer); o sistema da “raiva” (que comanda a
agressão raivosa, mas não a predatória); o sistema de “medo-ansiedade”; e
o do “pânico” (que inclui instintos como os que comandam os impulsos
maternais ou as relações sociais). Também se investiga a existência de
outras forças instintivas, como um sistema de “brincadeira”. Todos esses
sistemas cerebrais são regulados por neurotransmissores, substâncias
químicas que carregam mensagens entre os neurônios do cérebro.
O
sistema de busca, controlado pelo neurotransmissor dopamina, apresenta
uma incrível semelhança com a “libido” freudiana. De acordo com Freud,
os impulsos sexuais ou libidinosos são um sistema de busca de prazer que
move a maioria de nossas interações com o mundo. Pesquisas recentes
mostram que seu equivalente neural está diretamente envolvido em quase
todas as formas de compulsão e vício. É interessante notar que as
primeiras experiências de Freud com a cocaína – na maioria delas ele
aplicava a droga em si mesmo – o convenceram de que a libido devia ter
algum fundamento neuroquímico.
Farmácia Freudiana
Ao
contrário de seus sucessores, Freud não via motivo para o antagonismo
entre psicanálise e psicofarmacologia. Ele antevia com entusiasmo o dia
em que a “energia do id” seria diretamente controlada por “determinadas
substâncias químicas”. Os tratamentos que combinam psicoterapia com
medicamentos que agem no cérebro são considerados hoje a melhor
abordagem para muitos transtornos. E tecnologias de imagem mostram que a
psicoterapia atua no cérebro de modo semelhante aos medicamentos.
As
ideias de Freud também estão ressurgindo na ciência que trata do sono e
dos sonhos. Sua teoria dos sonhos – a de que são um modo de vislumbrar
os desejos inconscientes – foi desacreditada com a descoberta da
correlação estreita entre o movimento rápido dos olhos (REM) e o ato de
sonhar, nos anos 1950. A visão freudiana perdeu praticamente toda a
credibilidade nos anos 1970, quando pesquisadores mostraram que o ciclo
do sonho era controlado pela substância química acetilcolina, produzida
em parte “desimportante” do tronco encefálico. O sono REM acontecia
automaticamente, mais ou menos a cada 90 minutos, e era desencadeado por
substâncias químicas e estruturas cerebrais que nada tinham a ver com a
emoção e a motivação. Essa descoberta queria dizer que os sonhos
provavelmente não tinham nenhum significado; eram simplesmente histórias
concatenadas pelo cérebro para tentar refletir a atividade cortical
aleatória provocada pelos acontecimentos do dia.
Estudos
mais recentes vêm mostrando que o sono REM e o sonho são estados
dissociáveis, controlados por mecanismos distintos, embora interajam. O
sonho é produzido por uma rede de estruturas reunidas nos circuitos
instintivo-motivacionais do cérebro anterior. Essa revelação deu origem a
uma miríade de teorias sobre os sonhos, sendo que a maior parte delas
remete a Freud.
Fibras dos Sonhos
Mais
intrigante é a observação feita por mim e por outros cientistas de que
os sonhos param totalmente quando determinadas fibras nas profundezas do
lobo frontal se rompem – um sintoma que coincide com a redução geral do
comportamento motivado. A lesão é a mesma que era deliberadamente
produzida na lobotomia pré-frontal, um procedimento cirúrgico obsoleto
usado para controlar alucinações. Esse tipo de operação foi substituído
na década de 1960 por medicamentos que reduzem a atividade da dopamina
nos mesmos sistemas cerebrais. O sistema de busca, portanto, pode ser o
produtor básico dos sonhos.
Se
a hipótese for confirmada, a teoria de que os sonhos estão ligados à
realização dos desejos pode voltar a determinar a agenda do estudo do
sono. Mas, mesmo que prevaleçam outras interpretações, todas elas
demonstram que a conceituação “psicológica” dos sonhos voltou a ser
cientificamente respeitável. Poucos neurocientistas ainda negam – como
já fizeram sem medo – que o conteúdo dos sonhos tenha um mecanismo
básico emocional.
Nem
todos são entusiastas do ressurgimento dos conceitos freudianos na
ciência mental. Não é fácil para a geração mais antiga de psicanalistas,
por exemplo, aceitar que seus alunos e colegas mais jovens podem e
devem sujeitar a sabedoria convencional a um nível totalmente novo de
escrutínio biológico. Mas um número animador de cientistas mais velhos,
dos dois lados do Atlântico, – comprometidos a pelo menos manter a mente
aberta, como demonstram minha menção anterior aos psicanalistas
eminentes que fazem parte do conselho da Neuro-Psychoanalysis e as
muitas cabeças grisalhas da Sociedade Internacional de Neuropsicanálise.
Para
os neurocientistas mais antigos, a resistência ao retorno das ideias
psicanalíticas vem de um tempo, no início de suas carreiras, em que o
edifício da teoria freudiana era praticamente indestrutível. Eles não
reconhecem nem a confirmação parcial de alguns conceitos fundamentais de
Freud; exigem sua completa eliminação. Nas palavras de J. Allan Hobson,
um renomado psiquiatra especialista em sono da Faculdade de Medicina de
Harvard, o recente interesse em Freud é nada menos que uma inútil
readaptação de dados modernos a parâmetros teóricos antiquados. Mas,
como disse Panksepp em entrevista de 2002 à revista Newsweek, para os
neurocientistas que estão entusiasmados com a reconciliação entre
neurologia e psicanálise, “não é uma questão de provar se Freud estava
certo ou errado, mas de terminar o serviço”.
Se
esse serviço puder ser concluído – se os “novos parâmetros intelectuais
para a psiquiatria” de Kandel forem estabelecidos -, vai virar passado o
tempo em que as pessoas com dificuldades emocionais tinham de escolher
entre a terapia psicanalítica, que pode estar em desacordo com a
medicina moderna e as drogas prescritas pela psicofarmacologia, que
desvaloriza a conexão entre as substâncias químicas cerebrais que
manipula e as complexas trajetórias de vida que culminam nos problemas
emocionais. A psiquiatria do futuro promete oferecer aos pacientes,
assistência fundamentada na compreensão integrada do que realmente
governa o que sentimos e fazemos.
Quaisquer
que sejam as terapias que o amanhã nos reserva, os pacientes só podem
se beneficiar de um entendimento melhor de como o cérebro funciona. À
medida que os neurocientistas modernos se voltam mais uma vez para as
questões profundas da psicologia humana que tanto preocuparam Freud, é
gratificante perceber que podemos construir sobre os alicerces que ele
edificou, em vez de começar do zero. Mesmo que identifiquemos os pontos
fracos das teorias de Freud e corrijamos, revisemos e completemos seu
trabalho, é maravilhoso ter o privilégio de terminar o serviço.
Fonte: Exame Tecnologia
Fonte: Viver Mente
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Planilha de Consultorias de Recursos Humanos em Curitiba
Olá!
Pensando nas pessoas que estão em busca de oportunidade de trabalho, resolvi dar uma ajudinha e compartilhar uma planilha de Consultorias em Recursos Humanos de Curitiba. É só acessar os sites para acompanhar as vagas e fazer seu cadastro. Boa sorte!
Pensando nas pessoas que estão em busca de oportunidade de trabalho, resolvi dar uma ajudinha e compartilhar uma planilha de Consultorias em Recursos Humanos de Curitiba. É só acessar os sites para acompanhar as vagas e fazer seu cadastro. Boa sorte!
CONSULTORIA | SITE | TELEFONE | |||||||
Agnes Recursos Humanos | www.agnesrh.com.br | (41) 3322-0352 | |||||||
CIEE - Estágios | www.cieepr.org.br | (41) 3313-4300 | |||||||
Educare - Estágios | www.educare.org.br | (41) 3233-6700 | |||||||
Employer | www.employer.com.br | (41) 3312-9100 | |||||||
4Search | www.4search.com.br | (41) 3071-8144 | |||||||
GD9 | www.gd9rh.com.br | (41) 3363-5366 | |||||||
Global Hunters | www.globalhunters.com.br | (41) 3018-4599 | |||||||
Grupo CETEFE | www.grupocetefe.com.br | (41) 3311-8383 | |||||||
Grupo Foco | www.grupofoco.com.br | (41) 3322-1311 | |||||||
Grupo Visão | www.grupovisaorh.com.br | (41) 3076-9868 | |||||||
IEL - Estágios | www.ielpr.org.br | Não informado no site. | |||||||
Interage - Agência de Estágios | www.interagepr.com.br | (41) 3029-9254 | |||||||
Invest Vaga RH | www.investvagarh.com.br | (41) 3883-9800 | |||||||
Manager | www.manager.com.br | Não informado no site. | |||||||
Marston Human Resources | www.marstonhr.com.br | Não informado no site. | |||||||
Operativa RH | www.operativa.com.br | (41) 3225-3823 | |||||||
PH - Recursos Humanos | www.phrh.com.br | (41) 3039-0202 | |||||||
RH Center | www.rhcenter.com.br | (41) 3071-8100 | |||||||
RH Curitiba | www.curitibarh.com.br | (41) 3045-7127 | |||||||
RH Nossa | www.rhnossa.com.br | (41) 3014-0029 | |||||||
RH Keeper | www.rhkeeper.com.br | (41) 3232-0635 | |||||||
Sé RH | www.serh.com.br | Não informado no site. | |||||||
Support Recursos Humanos | www.supportrh.com.br | (41) 3023-4072 |
Assinar:
Postagens (Atom)